Fisioterapia Especializada

Trate seu rosto com a equipe referência no tratamento de Paralisia Facial

O tratamento da paralisia facial pode parecer simples, mas muito pelo ao contrário. Escolher o tratamento incorreto ou não tratar pode piorar o seu rosto.

Nossa metodologia foi desenvolvida a partir de mais de 15 anos de experiência, diversas especializações e com mais de 1.200 pacientes atendidos. 

Nosso foco é utilizar técnicas e estratégias para trazer resultados reais que te faça esquecer que teve paralisia facial e LIBERE O SEU SORRISO!

Quem Somos

Especialidades

Um pouco sobre a nossa história e aperfeiçoamento no caminho do tratamento da Paralisia Facial:

Quer saber mais? Fale conosco!

Ter paralisia é um trauma muito grande.

Mas calma,

Paralisia Facial tem tratamento!

Não sei se você já tinha ouvido falar de paralisia facial ou conhece alguém que já teve. 
 
No começo é normal se sentir perdido e assustado, mas passado o trauma de olhar no espelho e não se reconhecer, é a hora de buscar um tratamento que realmente faça diferença. 
 
Eu já trabalhei com mais de 1200 pacientes e depois de um tempo trabalhando com tanta gente é possível ver alguns padrões. 
Pacientes que acabam de ter a paralisia vêem mudanças na fisionomia e em aspectos funcionais da vida deles.
Conheça alguns padrões:
Ao longo do tempo, em alguns casos, quando eles percebem que o problema pode não ir embora ou até que o problema evoluiu, algo que era principalmente um incômodo físico vira uma dor na alma que impacta a vida como um todo…
Claro que meu objetivo não é te assustar, pessoas diferentes enfrentam casos diferentes de paralisia, com sintomas diferentes…. 
 
Mas o importante é que, com o tratamento correto, é possível atingir o potencial máximo do seu rosto. 

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Conheça nossa metodologia referência no tratamento da Paralisia Facial

Metodologia Referência

Graziela Faelli

Fase 1 • Mobilidade e Reprogramação

Essa é a fase onde tudo começa.

Nosso foco aqui é:

• Diminuir tensões desnecessárias e contraturas
• Soltar aderências
• Recuperar mobilidade
• Reduzir o esforço
• E começar a reorganizar o comando dos seus movimentos

Essa base prepara o rosto para o que vem a seguir.

Fase 2 • Direcionamento dos Movimentos

Com mais mobilidade, começamos a direcionar as contrações responsáveis pelos movimentos.
Nosso objetivo aqui é garantir que os músculos certos sejam ativados:

• No momento certo
• Com a intensidade certa

Guiamos o sistema nervoso para ativar o que precisa — e relaxar o que já está em excesso.

Fase 3 • Diminuição das Sincinesias

Se você já apresenta contrações involuntárias (as sincinesias), essa é a fase em que trabalhamos para reeducar o nervo.

Atuamos de forma estratégica:

• Identificamos a principal sincinesia
• Trabalhamos com o ponto ideal para retreinamento
• Reeducamos o padrão de ativação neuromuscular
• Dissociamos a contração involuntária do movimento principal

Uma sincinesia por vez. Porque tentar resolver tudo de uma vez… não resolve nada de verdade.

Fase 4 • Consolidação dos Ganhos

Aqui é onde os resultados começam a se integrar.

Você começa a:

• Sorrir com mais naturalidade
• Piscar com mais leveza
• Falar com mais simetria

Consolidamos os ganhos anteriores para que os resultados sejam duradouros — e transferimos essas conquistas para o seu dia a dia.

Ciclos de Tratamento

Nosso tratamento acontece em ciclos de 6 meses — o tempo necessário para gerar mudanças reais e permanentes no seu rosto.

Em cada ciclo, escolhemos um objetivo principal, aquele que vai melhorar o seu rosto todo, e percorremos as quatro fases que reconstroem o movimento de forma técnica, precisa e estratégica.

Cada ganho é essencial para conquistar o próximo, transformar o rosto é uma reconstrução. Se ao final de um ciclo surge a possibilidade de melhorar ainda mais, renovamos os ciclos. Cada ciclo é um convite para ir além do seu potencial e superar os limites iniciais.

Essa repetição com foco é o que gera evolução real e sustentada que te leva a olhar no espelho e enxergar mais do que esperava.

Por que não fazemos tudo de uma vez?

Porque dividir o foco entre muitos objetivos divide o resultado, deixando-o menor e temporário.
Aqui preferimos conquistar mudanças verdadeiras, uma de cada vez, para que continuem se somando. Além disso, o rosto é um sistema integrado. Quando tratamos o objetivo certeiro, todo o rosto se beneficia e percebemos mudança não só no que estamos trabalhando mas em muitos outros movimentos.

Metodologia
EXCLUSIVA E INOVADORA

depois de anos de estudo!

A primeira vez que entrei em contato com um paciente com paralisia facial foi há mais de 20 anos, quando eu trabalha no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.
 
Nessa situação eu, como a maioria dos fisioterapeutas generalistas, não conhecia a doença e nem sabia o que fazer para ajuda-ló a se recuperar.
 
Me impactou muito o fato de uma lesão em uma estrutura tão pequena, provocar um impacto emocional tão forte no paciente. O impacto era tão grande ao ponto de o paciente se recusar a sair do quarto.
 
Depois disso, fui entrando em contato com mais e mais casos de pacientes com paralisia facial. Me incomodava que o tratamento recomendado por artigos e por outros profissionais não ia de encontro ao que já era conhecido sobre o movimento natural do rosto:


Por que fazer exercícios de força se o músculo do rosto só movimenta a pele?


Por que fazer contrações em massa (caretas) se o objetivo é expressar emoções sutis com o rosto?


Por que treinar os músculos com movimentos pensados se eles funcionam naturalmente?

E isso foi o que me fez estudar para ter melhores resultados: entender que a parte do cérebro que comanda os músculos do rosto não é prejudicada na paralisia facial periférica.
 
Portanto, no tratamento correto, não precisamos ensinar o músculo a se movimentar de novo, mas sim PERMITIR que essa capacidade que ele tem não sofra com interferências negativas (contraturas, aderências, contrações involuntárias e etc).
Mas você pode estar se perguntando onde entra a regeneração do nervo nisso tudo?
Para a maioria das pessoas o problema não é a regeneração do nervo e sim o que acontece depois que ele se regenera.
 
DEPOIS DE UMA PRIMEIRA FASE AGUDA EM QUE O ROSTO FICA FLÁCIDO, uma grande parcela das pessoas sentem que o rosto passa a ficar mais pesado, mais rígido, com dores no lado afetado, contrações involuntárias, espasmos e parecendo até que o rosto está preso na hora de falar ou sorrir.
 
Isso significa que pelo menos uma parte do seu nervo já voltou. Porém, de forma descontrolada.
Por isso, tão importante quanto ensinar o músculo a se contrair, é ensinar o músculo a relaxar.
 
Isso vai ajudar a:
 
• Permitir o movimento;
• Trazer mais leveza;
• Diminuir as sequelas.
Ano longo de mais de 15 anos de experiência e centenas de pacientes atendidos eu percebi que um tratamento adequado de paralisia facial periférica envolve resolver 3 problemas:

1. Capacidade de Contração

"O nervo já está apto a gerar uma contração?" Se sim, o que será que está atrapalhando para que o movimento seja simétrico, harmônico e com uma boa amplitude?

2. Liberdade de Movimento



"Existem aderências ou contraturas de tecidos que estão limitando o movimento?"

3. Permissão de Movimento


"Quais músculos estão contraindo no momento e na direção errada (sincinesias) e acabam restringindo o movimento?"

Marque uma Sessão!

Vamos fazer um diagnóstico do porquê seu rosto não está se movimentando como você gostaria e desenhar um plano de tratamento para o seu caso. Assim podemos começar a liberar o seu sorriso o mais rápido possível!
Entenda...

Mas e as outras formas de tratar?

1 • SÓ USAR MEDICAMENTOS

O que faz e com o que ajuda: Medicamento é sim essencial e é o primeiro tratamento que o paciente deve seguir. Ele resolve a causa e impede que o grau de lesão piore, mas ele não resolve sequelas.

O que não faz: Trata a doença causadora da paralisia, mas não trata as consequências.

Possíveis consequências de utilizar apenas esta alternativa: Como ela não trata as consequências e existe a possibilidade de que o rosto não se recupere totalmente sozinho, quanto mais tempo você levar para fazer um tratamento correto, maiores as chances de sequelas permanentes.

*Infelizmente, existe a possibilidade da dosagem dos medicamentos não ser a correta, aumentando as chances de sequelas e uma necessidade mais urgente de um tratamento especializado. 

2 • FISIOTERAPIA COM GENERALISTA

O que faz e com o que ajuda: Fisioterapia não é tudo igual! Existem os fisioterapeutas especialistas em paralisia facial e os que são generalistas. Os profissionais generalistas costumam trabalhar  através de exercícios de mímica facial e caretas, massagens, eletroestimulação, exercícios de fortalecimento muscular, estimulação sensorial ou somente massagem. 

O que não faz: Ela não trata o rosto de acordo com suas particularidades, vendo-o como uma estrutura única e não se atentando que, para obter resultados, você precisa tratá-lo como um grande conjunto músculos em que a contração de um interfere no movimento do outro. 

Possíveis consequências de utilizar apenas esta alternativa: Apesar do paciente ter a sensação de que está fazendo de tudo, esses exercícios podem piorar o prognóstico e aumentar as sequelas porque eles focam somente no ganho de força, sem levar em conta que para o rosto é tão (ou mais) importante saber relaxar e ter controle, do que ter força. 

Isso pode levar a mais sincinesias, contraturas, rigidez e menos movimentos do que se você não tivesse feito nada. 

3 • FAZER TRATAMENTO SOZINHO

O que faz e com o que ajuda: Grande parte dos pacientes acredita que vai resolver seu problema através de vídeos no youtube, que ensinam técnicas como: mímicas, caretas, mascar chiclete, soprar canudos e auto massagens. 

O que não faz: Não endereça às causas específicas do seu problema e trazer o resultado que você quer. 

Possíveis consequências de utilizar apenas esta alternativa: Na pior das hipóteses você vai deixar o seu rosto mais rígido e aumentar as compensações, que reduz drasticamente a chances do seu rosto voltar a ser como ele era antes. 

4 • ESPERAR O TEMPO PASSAR E NÃO TRATAR

O que faz e com o que ajuda: Em casos de lesões muito leves e que se recuperam rápido, é possível que o rosto volte a se recuperar sozinho, desde que você não faça nenhum tratamento inadequado. 

O que não faz: Porém, em lesões mais graves ou duradouras, o rosto não vai melhorar sozinho com o passar do tempo. 

Possíveis consequências de utilizar apenas esta alternativa: Infelizmente, não existem exames precisos que indicam o grau da lesão.  A questão é, se esse for o seu caso, quanto mais tarde você começar a tratar, mais fortes e difíceis de serem eliminadas ficam as sequelas. 

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Veja se alguma dessas dúvidas já passaram pela sua cabeça!

Perguntas Frequentes

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